3 de jun. de 2010

LUA DE MEL

DURANTE A IDADE MÉDIA, OS RECÉM-CASADOS DA NOBREZA COSTUMAVAM VIAJAR POR SEIS MESES APÓS AS NÚPCIAS. E HOJE, A LUA-DE-MEL CONTINUA SENDO UMA TRADIÇÃO?

Hoje, poucos têm disposição para uma lua-de-mel tão longa, mas a maioria dos casais não dispensam o romantismo.

Além do fator romântico, a lua-de-mel é um período necessário depois da tensão anterior ao casamento, compra do enxoval, arrumação da casa, entrega dos convites e, por isso, nada melhor que começar de bom humor uma fase importante do casamento.

Na imaginação da maioria dos jovens mortais, a lua-de-mel é um período de felicidade paradisíaca. Infelizmente, nem sempre ela corresponde à fantasia e pode transcorrer num clima de tensão, tédio e surpresas desagradáveis. O sucesso da lua-de-mel começa na escolha do local: muitos viajam para certo local porque o preço é convidativo ou por estar na moda e esquecem que o principal é que o local tenha condições para o casal descansar e conversar bastante.

Conversar? Antes de mais nada a lua-de-mel é uma oportunidade para o casal se conhecer melhor, nada melhor portanto, que aproveitar estas férias para descobrir novos aspectos da personalidade um do outro.

No século passado, sexo era assunto proibido, as jovens partiam para noite de núpcias sem ter idéia de uma visa sexual. De lá pra cá muita coisa mudou, mas algumas mulheres ainda não são advertidas sobre o lado ruim do casamento. No começo nem tudo é perfeito. A noiva, muitas vezes não se conforma em aparecer despentesda e sem maquilagem diante do marido, ao mesmo tempo, sente-se embaraçada ao vê-lo em trajes menores, mas nada é insuperável.

Ademais, existem algumas formas para garantir sua viagem já que uma dose de aventura é muito salutar! Não é nenhuma loucura trocar a batedeira de bolo e o aspirador de pó por uma semana de viagem com o companheiro.

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